[ tô no páreo! ]
estou em 24º, são 25 vagas e faltam 2 notas!
bjmeliga pra me dar parabéns. mas tem q ser até sexta q vem pq daih sai a outra nota!
ou 'o silêncio que incomoda' ou 'vida de gato'
estou em 24º, são 25 vagas e faltam 2 notas!
bjmeliga pra me dar parabéns. mas tem q ser até sexta q vem pq daih sai a outra nota!
disse
Julia Pessoa
em
2:12 PM
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a união se consumou e agora tudo é alegria e promessa de um futuro radiante. porém, psiquê ainda não viu o rosto de seu amado e nem questiona isso. esse amor ainda está no estágio inicial em que amamos a nossa projeção no outro e aquilo que queremos ser e que o outro já é. mas, na verdade, não nos conhecemos. a grande jornada de copas, e tb a grande jornada do amor mítico, passa, necessariamente, pelo conflito e pela descoberta da real personalidade do companheiro. só depois disso a união pode ultrapassar a ilusão do físico e transcender para a união espiritual, que é eterna.
eu não lembro como foi nosso primeiro beijo. só recordo da quadra de futebol daquele clube e de olhar ele jogando [mal]. meu universo era todo dele. p. era O cara, todas as menininhas caíam por ele. não por ser muito bonito [pra mim era] ou muito inteligente [é, isso eu sempre soube que não], mas por seu jeito de garotão malandro, que morava no rio, mais velho, sarado, paquerador, etc etc etc.
a gente se conheceu quando eu tinha 10 anos. olha só isso. naquela época uma diferença de 5/6 anos era enooorme, 5 anos depois, nem tanto...
enfim, o clube. tinha o que? 1 ano que eu não o via? daí rolou.
dia seguinte toda a cidade ligava pra ele: "olha lá hein! a julinha!" e era julinha pra cá e pra lá e o povo se surpreendeu quando fizemos 1 mês [acho q se surpreendia até quando estávamos quase com 3 anos!].
dessa data eu lembro bem direitinho. dei.
mas não por querer, quereeeer, não. rolou uma forçadinha de barra. "só a cabecinha, meu amor". meu amor não! "nenem"! a gente se chamava de neném. affe.
é óbvio que não foi bom. passei meses pra conseguir contar pra minha mãe e outros tantos pra aprender a gostar daquela coisa estranha. ah, fala sério que vc achou super natural? po, eu tinha 15 anos! e pra piorar, nunca tinha nem dado uns amassos por aih. nadica. ele tava sendo o primeiro em tudo! er, quase tudo...
mas isso é meio incrível, eu não lembrar como foi nosso primeiro beijo. até porque até um tempo atrás eu tinha uma listinha de todos os carinhas que beijei. até os sem-nome, tava lá: 'desconhecido do cabofolia'. pois... do p. eu não lembro. recalquei.
devia ter recalcado a nossa foda mal-dada, mas não né? essas coisas marcam, traumatizam e fazem vc gastar uma grana no psicólogo 8 anos depois. fazê...
eu o amava. daquele jeito inocente de quem tem 15 anos e namora um cara de 20 e poucos, mas era lindo. toda sexta ele saía do rio, com a DT 200 verde que eu adorava, e gritava no portão da minha casa lá pras 8h da noite: 'ô júúúúúú!!!!!!' eu ia correndo, abraçava, beijava, chamava de neném, e matava a saudade de uma semana toda sozinha naquela cidade besta.
o que matou nosso namoro não foi a distância, nem os chifres [que só descobri depois do fim, melhor assim...], nem a casa dele caótica em cascadura, nem a minha mãe que o odiava [hoje ama, entenda isso?], nem o sexo estranho, nem o fato deu ter me apaixonado por outro num festival de teatro em buzios [e, pasmem, me mantive fiel]. é que eu cresci... e daí ele não era mais O cara. ele era um garotão malandro do rio de janeiro. mas do rio de janeiro eu tb era [já tinha me mudado pra fazer facul] e achava q caras inteligentes eram muito mais interessantes que o tipinho dele. é cruel? não tô cuspindo no prato não, minha gente... como eu disse: eu o amei muito. achei que era pra sempre, mas desde essa época que tenho essa agonia crescente de que o pra sempre não existe. mas prefiro não pensar nisso agora...
e com ele começou a minha caótica vidinha de adulta. é, aos 15.
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Julia Pessoa
em
7:39 PM
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ela me passou uma tarefa difííícil... e eu tô aqui matutando por onde começar...
são 24 anos já, menina...
disse
Julia Pessoa
em
8:27 PM
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a coral chegou aqui dia 14 de setembro se não me engano. no terceiro dia, depois de passar todo tempo debaixo do armário e escondida pelos cantos, teve um sangramento. voltou pra casa da veterinária. daih eu sofri foi muito... até comprei floral pra ela...
na outra semana estava de volta à minha casinha e de volta aos esconderijos. continuei sofrendo, mas fazê... gato é assim, quem mandou gostar? até q ela trocou a casa pelo telhado e o vão entre as caixas dágua da vizinha de baixo. tranquilo, de lá não dá pra ir muito longe e ela sobe pra comer, isso eu averiguei.
nessa história a stella passou de curiosa pra assustada e depois pra assustadora. não perdia a chance de dar uns sustos na coral e botar ela pra correr... era até engraçado... rs. mas eu tinha q brigar com ela, né? tem q tratar bem a hermana. levei alguns arranhões mal humorados da stella por conta dessas brigas... gato é ciumento, fazê... e eu sofrendo... affe...
daih era a rotina: chegava em casa, botava comida da coral em cima da caixa dágua, cantava pra ela [coraaaal, coraaal, gatinha legaaaallll....], dava comida gostosa [aquela de latinha] e remédio pra stella [gripada] e ia pro meu quarto.
adivinha quem vinha atrás?
a pequena prateada assustada lindona do meu coração! ela vinha de mansinho e se escondia debaixo do guarda-roupa. tacava todos os meus sapatos pra fora e ficava brincando com o ratinho de catnip [pobrezinho, já nem parece mais um ratinho de tão estrupiado]. se eu olhava pra ela, ela olhava pra mim. e fixava aqueles olhões de gato ni mim e eu fixava os meus de escorpiana nela. e eu percebia q ela me amava! que por trás daquela couraça de gata-de-rua-malandra-não-preciso-de-vocês tinha uma gatinha brincalhona e pamonha mas traumatizada por algum motivo...
anteontem, peguei ela e stella se chamegando.
disseram que ela parece comigo... dizem q eles q escolhem a gente... vai saber...
mas q ela merecia um post, merecia...
miéu.
disse
Julia Pessoa
em
7:55 PM
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[ clementine ] diz:
não sei como ela enxerga com a franja indie dela
ian [ ] diz:
nem eu... rs
[ clementine ] diz:
tb quero uma franja indie.
[ clementine ] diz:
o problema é q minha mãe vai ficar nervosa e botando pro lado
[ clementine ] diz:
pq ela tem nervoso
[ clementine ] diz:
se eu não enxergo
disse
Julia Pessoa
em
10:47 AM
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músicas velhas.
de vez em quando guardam sentimentos ruins, mas essas já podem ser ouvidas de novo. oba.
[ separação ]
que vento mole morre fraco
penso mais que um furacão.
compensa a vida?
contenta-me.
tudo passa.
quão mole, fraco, manso
quão forte foi, conforta-me
afoga em mim o que te invade.
foi tudo vão?
qual prato liso, raso
qual pranto, rasgo de mim, de mel de meu, de mais.
que paz?
te quero mais.
te quero em mim, assim de bem.
tudo de bom, pra vc.
tudo de bom.
mãe pessoa
[ trains ]
porcupine tree
disse
Julia Pessoa
em
10:49 PM
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Se fosse uma flor - crisantemo
Se fosse um brinquedo - video game
Se fosse um mês - outubro
Se fosse uma brincadeira - pular elástico
Se fosse uma música - alanis
Se fosse uma nota musical - mi
Se fosse uma cor - amarelo
Se fosse um filme - before sunrise
Se fosse um feriado - finados
Se fosse uma comida - strogonoff
Se fosse uma bebida - vinho
Se fosse um disco -
Se fosse uma maquiagem - lápis de olho
Se fosse um dia da semana - sábado
Se fosse um periférico do PC - caixas de som
Se fosse um doce - doce de leite
Se fosse um programa de tv -
Se fosse um cômodo da casa - quarto
Se fosse um instrumento - gaita
Se fosse um objeto - lápis de cor
Se fosse uma árvore - mangueira
Se fosse uma fruta - uva
Se fosse uma paisagem - mato
Se fosse um bicho - gato
Se fosse um lugar - frança
Se fosse uma estação do ano - primavera
Se fosse uma frase feita - rapadura é doce mar num é mole não...
Se fosse uma peça de roupa - saia
Se fosse um elemento da natureza - água
Se fosse um objeto motorizado - moto
Se fosse um aparelho eletrônico - aparelho de som
Se fosse uma pessoa da sua família - eu mesma
Se fosse um sentimento - desejo
Se fosse um perfume - cítrico
Se fosse um livro - lavoura arcaica
Se fosse uma conquista - mestrado
Se fosse uma parte do corpo - costas
Se fosse uma pedra - ametista
Se fosse uma dúvida - pra onde agora?
Se fosse uma marca - melissa
Se fosse um eletrodoméstico - liquidificador
Se fosse um jogo - wow =P
e nem demorou...
disse
Julia Pessoa
em
9:30 PM
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vou pra casa ver minha gata e pensar no que comer... enquanto ainda estou aqui e não me desesperei com a situação da minha despensa deixo uma receita de lentilhas [metida a tailandesa] q adoro:
pique miudinho: 1 cebola e 1 maçã [sem casca viu, minha gente?]
cozinhe: a lentilha com sal e pouca agua [ela não pode ficar desmanchando]
refogue: a cebola no azeite, depois bota a maçã e por último a lentilha cozida
tempere: com sal, pimenta do reino e curry
diliça.
eu volto.
disse
Julia Pessoa
em
9:18 PM
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[...] e não tardava Ana, impaciente, impetuosa, o corpo de campônia, a flor vermelha feito um coalho de sangue prendendo de lado os cabelos negros e soltos, essa minha irmã que, como eu, mais que qualquer outro em casa, trazia a peste no corpo, ela varava então o círculo que dançava e eu logo podia adivinhar seus passos precisos de cigana se deslocando no meio da roda, desenvolvendo com destreza gestos curvos entre as frutas e as flores dos cestos, só tocando a terra na ponta dos pés descalços, os braços erguidos acima da cabeça serpenteando lentamente ao trinado da flauta mais lento, mais ondulante, as mãos graciosas girando no alto, toda ela cheia de uma selvagem elegância, seus dedos canoros estalando como se fossem, estava ali a origem das castanholas, e em torno dela a roda girava cada vez mais veloz, mais delirante, as palmas de fora mais quentes e mais fortes, e mais intempestiva e magnetizando a todos, ela roubava de repente o lenço branco do bolso de um dos moços, desfraldando-o com a mão erguida acima da cabeça enquanto serpenteava o corpo, ela sabia fazer as coisas, essa minha irmã, esconder primeiro bem escondido sob a língua a sua peçonha e logo morder o cacho de uva que pendia em bagos túmidos de saliva enquanto dançava no centro de todos, fazendo a vida mais turbulenta, tumultuando dores, arrancando gritos de exaltação. [...]
[ raduan nassar | lavoura arcaica ]
disse
Julia Pessoa
em
5:55 PM
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Sempre escrevi em diários. Diários, agendas, caderninhos, enfim não faz diferença. O importante é que sempre achei que a minha história valia a pena. Que todas essas minhas desventuras talvez fossem interessantes e mesmo com o pressuposto de q diários são secretos, escrevia meio q prevendo um leitor. Eu contava pra alguém mesmo. E tb nunca consegui botar no papel [ou, com o advento do computador pessoal, botar na tela, num arquivo, whatever], um segredo segredo mesmo. Já tentei inúmeras vezes. Tenho essa mania de tentar me adequar ao q esperam de mim, então, diário é secreto e serve pra guardar segredos. Mas agora, crescidinha e ligando menos pra essas bobagens [menos, não interprete q consegui largar minhas manias só pq tenho 20 e poucos], consigo romancear meus causos e omitir meus segredos sem culpa.
Bom, pra quê comecei escrevendo isso?
Ah! Pq hoje li um romance de um cara q meio q roubou meu coração. Tá, calma, sejamos menos exagerados... Não é bem q ele rouboooou meu coração... é q foi um daqueles romances q vc se identifica, sabe? Que vc tem a impressão q poderia muito bem fazer parte daquela história...? é um romance estranho, admito. Ele escreve contando, diretamente ao leitor [por isso lembrei da minha relação com diários], o q aconteceu, mas como ele escreve de um tempo futuro, vai meio q anunciando o q acontecerá em seguida. Em parte tira a graça do fim, pq desde a primeira frase do txt eu sabia q era uma tragédia e q ele não ficava com a mocinha. Mas tb faz com q vc se compadeça do menino.
Meninos são bobos. E as meninas tb. Na verdade, acho q essa coisa de lidar com amor nessa idade é uma merda. Tudo parece tão maior e tão mais difícil do q é na verdade. E a gente só percebe isso muito depois, o q é uma sacanagem. Se eu soubesse, na 5ª série, q pra conquistar o menino loirinho lindo da 6ª [patrick, olha a ironia] era só começar a namorar outro, teria armado isso antes. Em vez de começar a namorar de verdade e ficar me sentindo toda culpada pq estava com um pensando em outro. Espero q vc já tenha notado q essa coisa de culpa é comigo mesma. A não ser qd minha lua resolve ser em peixes e me embriagar e me levar pra boates e... enfim, noutra hora. Daí é isso. Devia ser proibido se apaixonar com 14 anos. Pras meninas. Pros meninos até uns 23. Nada de bom acontece nunca, não é só com vc. Eu devo ter traumatizado alguns e até hoje tenho recalque de um ‘peguete’ q negou pra turma toda q havia ficado comigo. Adolescente é cruel, bicho.
Bom, o fato é q fiquei com uma vontade enorme de conhecer aquele menino sabe? Como a sensação do sonho! Que fica com vc horas depois q acorda... é como se isso q li fosse em sonho e q agora ainda estivesse pulsando em mim, parecendo real. Daqui a pouco vai enfraquecendo essa pulsação e depois de amanhã talvez eu nem lembre desse guri exagerado... por enquanto vou rindo sozinha dele, pq rir de tragédias tb é comigo.
E tem outro ponto interessante da narrativa. Ele diz q somos personagens da narrativa do universo. Somos peças de um jogo divino e a graça toda está nas tragédias. Pior, ele acha q quem descobre isso ainda fica amaldiçoado eternamente pelos deuses. E daí eu digo a ele q penso o mesmo. Pq tive amores e qd dizia pra mim ‘é ele, é com esse cara q quero passar o resto da vida’, qd faltava pouco pra conseguir montar meu castelo de cartas, vinha um vento mais forte, ou um desavisado q desmoronava com tudo. Então só posso concluir, obviamente, q a mão desastrada é a desses nossos deuses.
Enfim.
O txt todo era só pra citar a música do placebo, q me veio na cabeça depois de ler vc. Mas é q eu tb enrolo...
"Sommes nous les jouets du destin
Souviens toi des moments divins
Planants, éclatés au matin
Et maintenant nous sommes tout seul
Perdus les rêves de s'aimer
Le temps où on avait rien fait
Il nous reste toute une vie pour pleurer
Et maintenant nous sommes tout seul"
Ana.
disse
Julia Pessoa
em
9:57 PM
2
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[ lista de presentes: ]
- concha pequena pra molhos
- geladeira [uhu!]
- toalhas de rosto e banho [azuis ou amarelas]
- 2 conjuntos de roupas de cama de casal com elástico
- 2 edredons de casal [tá frio galera!]
- puxa saco
- conjunto de tapetes para banheiro [azul]
- cremeiras [potes para sobremesa]
- molheiras [potes para molhos]
- tupperware's
- saladeira
- porta-mantimentos de vidro com tampa
- forma de pizza
- peneira
- pegador de macarrão
- luva térmica para cozinha
- travessa de vidro redonda e retangular
- avental de cozinha
- batedeira
- liquidificador
- forma de pudim
- panela de pressão
- espátula para bolo/torta
- luminária de mesa
- lustres [sim, não temos lustres!]
- pufe
- rede de deitar em cor berrante [vermelha, amarela ou azul]
- capacho bonitinho pra porta
- jogo de facas
- cortador de queijo
- ralador
- prateleiras
- escorredor de macarrão
- escorredor de arroz
- panos de prato/chão
- plantas/flores
- suporte para plantas de pé
- suporte para plantas de pendurar
- fruteira
- azeiteira
- microondas
- açucareiro
- martelo de carne
- mesa de computador
- colheres de pau
- mantegueira
- ferro de passar a vapor
- máquina de lavar roupa [meu maior desejo... Ai ai...]
- furadeira
- martelo e chaves de fenda
[pra facilitar: gostamos de coisas coloridas! e por favor, deixe um comentário dizendo o q vc escolheu pra não ter perigo de ganhar coisas repetidas, ok? lembrando q o presente não é obrigatório, estar presente sim! péssima essa né? =]
Dia 16/6, a partir das 19hs. O endereço está no email-convite!
Tragam bebidas q o 'de comer' tá garantido.
disse
Julia Pessoa
em
8:45 PM
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parece-me q aquela pomba branca pesa mais de trezentas toneladas
e teremos q nos acostumar a andar pelo centro da cidade sem pombos
parece-me q à primavera faltam anos de inverno
e temo pelas flores q lhe presentearia
e eu tenho um vestido q foi a manga do seu vestido de casamento
e eu tenho medo de acordar com gritos vc sabia?
parece-me que sou mãe enquanto vc é a filha
e quem me cuida e quem me nina?
parece-me q na casa de praia estacionou uma nuvem cinzenta
e há anos chove qd tento chegar
e eu tenho um rosto seco que queima queima há tanto tempo
e é impressionante o quanto as promessas de criança são difíceis de quebrar...
disse
Julia Pessoa
em
7:42 PM
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ouvindo: noir desir | a l'envers a l'endroit
a poeira de vc em minha sombra...
le vent les portera.
disse
Julia Pessoa
em
8:32 PM
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[intro]
eu quero ir pra casa, eu quero ir pra casa, eu queroooooooo..... ir pra casa.
[riff #1]
[riff #2]
[refrão]
eu queroooo ir pra casaaaaaaa!
[repete o refrão 2x]
eu quero ir pra casa, eu quero ir pra casa, eu queroooooooo..... ir pra casa.
meu amor chegooouuu... voooouuuu pra casaaaa!
[repete o refrão 2x. e fim.]
disse
Julia Pessoa
em
7:59 PM
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infinita angústia dentro de mim. tão infinda e tão angústia q nem cabe e nem vale. ela fica me invadindo, roendo minhas unhas, me engasgando, me enchendo de lágrimas que não vão à lugar algum, me fazendo baixar a cabeça e querer morrer. um pouco.
vou ali morrer um pouquinho e já volto.
ps: a claire é escorpiana e a kate geminiana. certinho...
disse
Julia Pessoa
em
10:37 PM
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vou entrevistar a ana e fazer dela uma criatura mais consistente. ela reclama muito e tá jogando na minha cara q até a mãe de santo me mandou procurar um analista. puta merda, e experimenta chamar ela de personagem pra vc ver só o q acontece.
vem aih: 'três garrafas de vinho e a conta.'
disse
Julia Pessoa
em
10:39 PM
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